home
Equipe   |   Sobre a Rádio Bandeirantes   |   Podcast   |   Fale Conosco     
Notícias      Colunistas       Fotos       Especiais       Programação       Escola Voluntária       Serviços      Comercial
     Política   |   Economia   |   Esportes   |   Saúde   |   Outras Notícias

FALE COM A RB


RB NO CELULAR

Saiba mais

PROGRAMAS
  Antenados
  A Caminho do Sol
  Arquivo Musical
  Bandeirantes Acontece
  Ciranda da Cidade
  Concentração
  Domingo Esportivo Bandeirantes
  Esporte em Debate
  Esporte Notícia
  Esporte Notícia Internacional
  Fôlego
  Jornal da Hora
  Jornal de Amanhã
  Jornal do Sábado
  Jornal em Três Tempos
  Jornal Gente
  Jornal Primeira Hora
  Manhã Bandeirantes
  Memória
  Na Estrada
  Na Geral
  O Pulo do Gato
  Pole Position
  Rádio Livre
  Sábado de Classe
  Sofá Bandeirantes
  Terceiro Tempo
  Você É Curioso?
» Sexta-feira, 13 de julho de 2012 - 07h39
Presidente Dilma Rousseff rebate as críticas contra o fraco desempenho da economia do país em 2011
O Produto Interno Bruto do país registrou uma pequena redução em maio deste ano, segundo informações divulgadas ontem pelo Banco Central.

De acordo com o Índice de Atividade Econômica, que busca antecipar o resultado do PIB, houve uma queda de 0,02% em relação a abril.

A autoridade monetária afirma que nos últimos 12 meses o Brasil cresceu apenas 1,27%.

O BC não foi o primeiro a apontar o recuo da economia; a produção industrial também mostrou redução de 0,9% em maio.

Por isso, a Confederação Nacional da Indústria revisou de 3 para 2,1% o crescimento brasileiro.

A presidente Dilma Rousseff aproveitou a participação em uma conferência sobre os direitos das crianças e adolescentes para relativizar os números.

E destacou que o desenvolvimento de um país se mede pelo cuidado com a parcela mais jovem da população e não pelo PIB.

O Ministério da Fazenda se comprometeu com um crescimento do PIB superior aos 2,7% de 2011 e fixou a expectativa em uma alta de 4%.

O Banco Central já reduziu a projeção de 3,5% para 2,5%; já o mercado financeiro espera menos ainda: algo próximo de 2%.

Preocupado com os rumos da economia, o ministro da Fazenda pressiona o Congresso pela aprovação das medidas provisórias 563 e 564.

As MPs estimulam o crescimento com a desoneração da folha de pagamento das empresas e põe fim ao limite para a renegociação de dividas com os bancos.

Os textos ainda preveem a redução dos juros do BNDES para investimentos.

Guido Mantega considera inconcebível retardar a aprovação de ações importantes em um momento de crise e quer a votação antes do recesso parlamentar.

O comentário de Joelmir Beting:

Ouça agora
Download