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| » Sexta-feira, 13 de julho de 2012 - 07h39 |
 | Presidente Dilma Rousseff rebate as críticas contra o fraco desempenho da economia do país em 2011 |
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O Produto Interno Bruto do país registrou uma pequena redução em maio deste ano, segundo informações divulgadas ontem pelo Banco Central.
De acordo com o Índice de Atividade Econômica, que busca antecipar o resultado do PIB, houve uma queda de 0,02% em relação a abril.
A autoridade monetária afirma que nos últimos 12 meses o Brasil cresceu apenas 1,27%.
O BC não foi o primeiro a apontar o recuo da economia; a produção industrial também mostrou redução de 0,9% em maio.
Por isso, a Confederação Nacional da Indústria revisou de 3 para 2,1% o crescimento brasileiro.
A presidente Dilma Rousseff aproveitou a participação em uma conferência sobre os direitos das crianças e adolescentes para relativizar os números.
E destacou que o desenvolvimento de um país se mede pelo cuidado com a parcela mais jovem da população e não pelo PIB.
O Ministério da Fazenda se comprometeu com um crescimento do PIB superior aos 2,7% de 2011 e fixou a expectativa em uma alta de 4%.
O Banco Central já reduziu a projeção de 3,5% para 2,5%; já o mercado financeiro espera menos ainda: algo próximo de 2%.
Preocupado com os rumos da economia, o ministro da Fazenda pressiona o Congresso pela aprovação das medidas provisórias 563 e 564.
As MPs estimulam o crescimento com a desoneração da folha de pagamento das empresas e põe fim ao limite para a renegociação de dividas com os bancos.
Os textos ainda preveem a redução dos juros do BNDES para investimentos.
Guido Mantega considera inconcebível retardar a aprovação de ações importantes em um momento de crise e quer a votação antes do recesso parlamentar.
O comentário de Joelmir Beting:
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